Resumo das aulas ministradas nos cursos de Marketing, Publicidade e Propaganda, Secretariado Executivo e outros. Além dos resumos, fotos, artigos e materiais para consulta. Procure os temas no Arquivo do Blog e divirta-se. Bons estudos!!! *** E-MAIL: talitafgodoy@outlook.com *** LEIA TAMBÉM http://talitacomunica.blogspot.com
domingo, 7 de junho de 2015
Exposição - 100 anos de garrafa
Neste fim de semana, a Coca-Cola comemorou 100 anos de garrafa do seu mais importante produto com uma exposção no Parque Villa Lobos. Estivemos lá para apreciar, nos divertir e aprender muito, pois foi uma verdadeira aula de Marketing.
Saiba mais no link do Blog Talita Comunica:
http://talitacomunica.blogspot.com.br/2015/06/exposicao-100-anos-de-garrafa.html
Estande da Coca-Cola, no Parque Villa Lobos, estratégicamente
localizado junto à entrada que tem acesso pela estação de trem.
Lição de Marketin número 1 do dia!
Personaldiades e objetos com as cores e símbolos relacionados à marca.
Garrafas antigas.
Como parece, até a Estátua da Liberdade apoia a causa.
Alexandre Top Model, nosso anfitrião.
Eu, tietando Alexandre top Model.
Domingos, Valéia e Valéria, Washington e Cláduio exibindo
suas fotos instantâneas (tamo junto)!
Cláudio Patez girando as garrafinhas.
Talita Godoy
05/06/2015
.
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Endomarketing - Semana Acadêmica de Comunicação
Semana da Comunicação apresenta palestra
sobre Endomarketing
Endomarketing: quem sabe, quem faz? Ou ainda, poderíamos perguntar: quem sabe que faz???
A palestra proferida pelo consultor de RH da Universidade Anhembi Morumbi, Luiz Sábio, aos alunos de Marketing, Publicidade e Propaganda, período noturno, aconteceu na terça-feira, 26/5/2015, no auditório da UNIESP – unidade Centro Velho, ocasião em que se procurou responder estas e outras questões sobre Endomarketing, comunicação nas empresas.
A palestra proferida pelo consultor de RH da Universidade Anhembi Morumbi, Luiz Sábio, aos alunos de Marketing, Publicidade e Propaganda, período noturno, aconteceu na terça-feira, 26/5/2015, no auditório da UNIESP – unidade Centro Velho, ocasião em que se procurou responder estas e outras questões sobre Endomarketing, comunicação nas empresas.
Primeiramente, pudemos compreender o termo e sua origem: Endo, vem do latim, significa “para dentro,
movimento interno”, portanto, atrelado ao Marketing sugere a expressão
“Marketing interno”. Mas não é só um termo técnico, Luiz Sábio mostrou os
efeitos possíveis quando uma empresa procura engajar seus colaboradores ao
notarem que trabalham numa empresa que presta um bom produto ou serviço ao
público externo e ao público interno, valorizando seu nome, como marca, e sua
equipe.
Palestrante Luiz Sábio
Como consultor de RH, algumas
verdades foram ditas, causando certo impacto no público, por exemplo, o fato de
que atualmente muitos têm a oportunidade de concluir uma faculdade, mas será
que é isso mesmo o que garante uma vaga? Ele deixou claro que cada um é cobrado
pelo que se espera em um cargo ocupado, se a pessoa não tiver conteúdo, logo o
mercado a excluirá. Não adianta achar que o outro tem sorte quando o que há é
muito preparo. Com isso ele deu os parabéns aos presentes por estarem
aproveitando seu tempo naquele momento, pensando no seu preparo pessoal e
profissional, o que foi de grande incentivo para o público.
Um dos pontos altos foi a interação
dos alunos com o palestrante, sempre atentos e respondendo às perguntas
intrigantes que eram feitas, como: de que forma a empresa onde você trabalha
desenvolve ações de Endomarketing? A princípio poucos souberam responder, mas
durante a conversa, foi possível notar que na verdade muitas empresas aplicam o
Endomarketing, com ações do RH, mas não têm compreensão da técnica e nem contam
com o setor de Marketing para desenvolver em conjunto uma ação mais dirigida e
eficaz. Um simples comunicado pode ter efeito diferente quando elaborado de
forma estratégica, indo além de informar, mas com o foco de engajar o
colaborador em determinados casos.
As histórias pessoais e de
trabalho que o palestrante contou, e a forma como ele o fez, prenderam a
atenção de todos, por sua simpatia e desenvoltura, além do conteúdo que
certamente fez com que os alunos saíssem dali com uma visão bem mais apurada do
assunto e com uma forte injeção de ânimo. Luiz Sábio contou sua trajetória de
vida, nada fácil, mas vitoriosa, por persistir nos seus sonhos e sempre se
preparar para cumprir metas e alcançar os objetivos. Deixou a todos uma grande
lição de vida e estímulo para seguirmos em frente!
Público interagindo com o palestrante Luiz Sábio
No encerramento, Luiz Sábio
deixou duas frases para reflexão:
“Se você acha a educação cara,
experimente a ignorância” - Derek Curtis Box, Reitor de Harvard, 1971 – 1991
“Sorte
é o que acontece quando a preparação encontra a oportunidade” – Sêneca
Além dos alunos, estiveram
presentes os professores Amanda Pellini, Alexandra Soares, José Ruiz, com destaque à presença do aluno Domingos filho, do curso de Publicidade
e Propaganda matutino - sempre em busca de informação e conhecimento.
Aproveito para agradecer ao apoio técnico dos colaboradores Isaías e Nice,
que também é aluna do curso de Marketing e aproveitou para assistir a palestra, além da presença do consultor Luiz Sábio, que arrasou na sua apresentação. Que venham outras palestras e aulas!
Fica o convite aos alunos para que,
seguindo os conselhos do palestrante Luiz Sábio, aproveitem mais o seu tempo
quando oportunidades como esta surgirem.
CONTATO LUIZ SÁBIO: sabioluiz@yahoo.com.br
Talita Godoy
27/-5/2-15
***
terça-feira, 19 de maio de 2015
Tópicos de Marketing e Comunicação com o público-alvo
Tema da aula: Tópicos de Marketing e comunicação com o público-alvo
Turmas: Marketing;
Publicidade e Propaganda
Data: Fevereiro
Mix de Marketing / Composto de
Marketing
(Kotler e Keller, 2006) Combinação estratégica de uma oferta (produto
ou serviço), em um determinado market place (praça), precificada de
acordo com o valor percebido pelo mercado (preço) e divulgada pelo próprio meio
ou pelo ambiente físico (promoção).
Quatros Ps:
Produto;
Praça;
Preço;
Promoção.
A comunicação com o público
envolve:
O que dizer;
Como dizer;
Quando dizer;
Para quem dizer.
Definição de comunicação
Do latim, comunicare, comunicação significa compartilhar,
tornar comum;
Comunicação: palavra composta por comum (indica algo que pode
pertencer a todos) e ação (agir, atuar).
A ideia básica do termo comunicação se refere à transmissão ou
encaminhamento de informações em determinado grupo, entre seus participantes.
Processo social que permite o relacionamento e a interação de membros de um
mesmo grupo.
O filósofo grego Aristóteles (384-322 a.C.), defendia a ideia de que o principal objetivo da comunicação é o de
persuadir, ou seja, a tentativa daquele que comunica (o emissor) de
convencer a audiência (os receptores), trazendo-os para o seu ponto de vista.
Influência = necessidade básica
da persuasão.
ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO
Emissor: quem
transmite determinada informação; cabe a ele selecionar os meios e os melhores
recursos para se comunicar (ser entendido pelo receptor);
Receptor: quem
recebe a mensagem enviada pelo emissor; público-alvo do emissor;
Mensagem: informação enviada pelo emissor ao receptor;
Contexto: momento
ou situação em que a comunicação se processa; referencial situacional comum ao
emissor e ao receptor;
Canal: meio pelo
qual a mensagem é transmitida do emissor ao receptor, efetivando sua
circulação. Suporte necessário para que a mensagem transite;
Código: conjunto
de signos utilizado para efetivar a transmissão das mensagens. Podem ser
idiomas, Libras, mímica, dança. É o código que deve ser compreendido pelo
receptor e portanto, deve ser do conhecimento de quem recebe a mensagem.

Elementos básicos da
comunicação
RUÍDO
Qualquer elemento que possa prejudicar a compreensão da mensagem:
- Vocabulário; linguagem desconhecida pelo receptor;
- Assuntos ou símbolos desconhecidos pelo receptor;
- Barulhos e sons que o impeçam de ouvir bem;
- Desconforto físico ou ambiental (Ex: calor ou frio)
- Excesso de imagens ou apelos visuais que tirem o foco de atenção do
receptor;
EX: filme estrangeiro sem legenda ou com “chiados” na tela, conversas
paralelas no cinema.
FEEDBACK
Entendimento da mensagem por parte do receptor (C.E. Shannon e W.
Weaver, 1949).
Processo de decodificação do código emitido pelo emissor. Para isso o
emissor deve ter compreensão do universo do receptor, se antever das possíveis
dificuldades que o receptor possa ter.
O emissor deve se preocupar não apenas em fazer com que a mensagem
chegue ao receptor, mas certificar-se de que ele a compreendeu.
CAPTAÇÃO DA MENSAGEM
Atenção seletiva: o indivíduo capta melhor as mensagens mais
claras. As pessoas recebem inúmeras mensagens por dia, as mais claras, com mais
frases de efeito e recursos visuais serão mais facilmente captadas;
Distorção seletiva: a pessoa tende a captar com mais facilidade
as mensagens que são de acordo com suas crenças, opiniões, valores, ou seja,
gostam mais daquelas com que mais concordam. Ele se envolve com aquele ponto em
específico e pode não perceber outros pontos. A mensagem deve reforçar os
pontos importantes para que todo o conjunto seja compreendido.
Retenção seletiva: as pessoas retêm por mais tempo uma pequena
parte das mensagens. Se o receptor estiver positivo à mensagem e receber
argumentos de apoio, é possível que a mensagem fique retida por mais tempo.
Porém, se estiver negativo, e houver contra argumentos não rebatidos, irá
rejeitar a mensagem, apesar de retê-la.
INTERFERÊNCIAS
Tanto o nível de instrução, como o de inteligência interferem
fortemente na recepção da mensagem por parte do receptor. Assim, à medida que o
receptor é mais educado, maior será o esforço impresso na persuasão por parte
do emissor.
Atenção: capacidade de concentração; nos possibilita reparar em
algo, notar um objeto entre vários;
Inibição: capacidade de isolar algo que está ao redor;
Interesse: aumento de atenção sobre algo;
Memória: lembrança de fatos; reconhecê-los e relacioná-los com
experiências passadas;
Percepção: registro de um objeto ou ideia em nossa consciência.
Tecemos impressões sobre fatos, coisas e pessoas em função de registros
anteriores;
Imaginação: aptidão de reviver na consciência objetos ausentes
em determinado momento. Dessa forma, a imagem retida em nossa mente volta e o
“enxergamos” novamente;
Emoção: resultante de
uma modificação súbita ocorrida no meio que nos cerca; trata-se de uma
oscilação em nível mental e que é sempre causada pela presença de um fenômeno
representativo em nossa consciência;
Vontade/ato voluntário: potencial para atingir segundo nossas
próprias preferências;
Conduta: forma de agir, que tem a ver com o nosso jeito de ser;
Necessidades biológicas: fatores dinâmicos e naturais que dão a
origem (causa) da conduta;
Desejo: expressão consciente da necessidade.
INFLUÊNCIAS
Associação de ideias: união
de ideias, fatos e lembranças;
Motivação: predisposição
para agir de determinada maneira.
Sugestão: ideia
ou plano de ação que o indivíduo aceita incondicionalmente. Umas pessoas são
mais sugestionáveis do que outras.
Meios de atuação da sugestão:
Repetição: de tantas vezes ouvido, o conceito passa a ser
aceito;
Convicção: confiança de quem fala. Texto e interpretação devem
trabalhar a favor;
Atmosfera: o ambiente que circunda o produto é um veículo
sutil;
Imitação: a moda é a
expressão máxima da imitação; O homem emula o comportamento dos demais;
Empatia: capacidade de identificação com o que o outro sente;
sentir o que se passa no íntimo; aspecto coletivo da sugestão-imitação.
ELABORAÇÃO DE MENSAGENS
- Usar linguagem apropriada e acessível à sua audiência;
- Escolher canais (veículos de comunicação) de fácil acesso ao seu
público;
- Estabelecer de boa relação entre você (sua empresa) e seu público emissor e
receptor;
- Usar linguagem apropriada e acessível à sua audiência;
- Escolher canais (veículos de comunicação) de fácil acesso ao seu
público;
- Estabelecer de boa relação entre você (sua empresa) e seu público emissor e
receptor;
RELACIONAMENTO COM O PÚBLICO
- As empresas precisam assumir o papel de comunicadoras com
frequência;
- Comunicar-se com os atuais e potenciais clientes e, ainda, com o
público em geral;
- Saber o que dizer, como dizer e quando dizer algo para seu público;
- Construir e manter uma imagem positiva da marca de seus produtos e
serviços;
- Manter diálogo interativo com os clientes durante todos os estágios
da venda, consumo e pós-consumo, para
que o ciclo se reinicie, consolidando o relacionamento.
OBJETIVOS DO RELACIONAMENTO COM
O PÚBLICO
- Efetuar mais que uma venda, buscando a continuidade do
relacionamento e do consumo, repetição da compra;
- Cliente deve ser lembrado nas etapas seguintes após a venda; seu
esquecimento pode representar perda para o concorrente;
- O esforço durante a pré-venda significa a conquista da atenção do
cliente para o produto ou serviço. Esta atenção deve ser mantida durante o
consumo (pontos de contato como site, SAC, e-mail etc).
MODELO “AINDA” DE COMUNICAÇÃO
A – ATENÇÃO
I – INTERESSE
D – DESEJO
A – AÇÃO
(A) Atenção: o processo de comunicação deve atrair a atenção
para a mensagem, ela deve mencionar claramente a possibilidade de atendimento
da necessidade ou desejo do consumidor;
(I) Interesse: foco em manter o interesse dos consumidores.
Ressaltar os benefícios e diferenciais da oferta;
(D) Desejo: os dois primeiros passos despertam o desejo de
compra. A mensagem deverá traduzir-se na mente do consumidor como possibilidade
de atendimento de sua necessidade ou desejo;
(A) Ação: Ao concluir que suas necessidades e desejos serão
atendidos, o consumidor vai transformá-los em realidade, saindo em busca da
oferta.
PONTOS DE OBSERVAÇÃO
Definir o que deve ser dito: definição do conteúdo, respeitando
as características detectadas no público-alvo;
Cuidar da elaboração da mensagem de forma lógica: estruturar a
sequência da mensagem de forma que ela faça sentido;
Definir formas de transmitir a mensagem de maneira simbólica: formato
da mensagem, observar os símbolos e a linguagem utilizados;
Definir quem dará voz à mensagem: diz respeito à fonte da
mensagem (pessoas, personagens), credibilidade da fonte.
CONTEÚDO DAS MENSAGENS
Racional: argumentos relativos à qualidade, valor, desempenho
etc; relacionam-se aos interesses do consumidor, como benefícios e diferenciais
do produto/serviço;
Emocional: situações que envolvem desejo, repúdio ou culpa,
apelos que podem despertar emoções positivas ou negativas. Usados, por exemplo
no dia das mães;
Moral: são abordadas questões que envolvem atitudes, senso
comum do que é certo ou errado. Frequentes em causas sociais, ex: antitabagismo
ou direção segura.
CARACTERÍSTICAS DE UMA FONTE
CONFIÁVEL
- Credibilidade;
- Simpatia;
- Conhecimento sobre o produto/serviço.
POR HOJE É SÓ.
BONS ESTUDOS!!!
FONTE
PHILIP KOTLER. Administração de Marketing, 1998.
Visual Merchandising / Vitrinismo
CURSO: Marketing / Publicidade e Propaganda
DISCIPLINA: Trade Marketing – Promoção
de Vendas e Merchandising
TEMA: Visual Merchandising – vitrine e
ambiente externo do PDV
DATA: Maio
PROFª Talita Godoy
Introdução
Vimos no I bimestre as definições de propaganda, promoção de vendas e
merchandising; atacado e varejo; ferramentas para incentivo a vendas no PDV. O
conteúdo, portanto, nos deu uma noção de como funcionam os negócios a partir de
uma fábrica até que o produto esteja nas mãos do consumidor final, do ponto de
vista estratégico de vendas.
No presente bimestre, em continuidade ao assunto, vamos ver um pouco
sobre visual merchandising, sua força de atração sobre o consumidor e algumas
estratégias utilizadas em PDVs específicos, como lojas de shoppings, franquias,
grandes varejistas e outros centros de vendas. Um dos pontos a ressaltar é a
vitrine, que, como veremos toma cerca de 70% do impacto visual no consumidor
que para diante dela para observar seus produtos. E mai do que isso, ela é um
reflexo da imagem da própria instituição. Por estes motivos é recomendável
levar em conta quais são os critérios adotados por aqueles PDVs que
conquistaram a credibilidade do consumidor.
Na parte final deste conteúdo, retomamos o valor dado ao “shopper”, e da importância de se cumprir
uma promessa feita a ela. Confiança e compromisso são fundamentais para a
tomada de decisão de compra, e é no momento em que ele chega em casa para
desfrutar o bem adquirido que o consumidor para de fato analisar a qualidade da
experiência de compra pela qual ele passou. Este ponto é determinante para uma
nova compra no mesmo PDV. É bom lembrar
- o que vamos ver nas próximas aulas – que a equipe de vendas deve ter
treinamento suficiente para saber o que está vendendo e de forma ele pode
melhor atender a cada um, de forma personalizada e única. De nada vale ter o
melhor produto, com a melhor exposição, se tudo isso depender do pior vendedor
para ofertá-lo. Tudo deve estar em harmonia para que todos fiquem satisfeitos
no final de cada dia de labuta. Não é fácil, mas é possível, e isso basta para
sermos bem sucedidos.
PARTE I
VISUAL MERCHANISING
MERCHANDISING
Atividades
desenvolvidas pelo Marketing com o objetivo de destacar e promover o produto no
PDV.
PDV: Ponto de
Venda – local onde o consumidor (shopper)
passa pela “experiência de compra”.
Visual Merchandising: visualização
programada do produto no PDV.
Percepção: Ato de perceber.
Per.ce.ber hêi v.t. 1. Captar
através dos sentidos. 2. Distinguir (visual ou auditivamente) de
maneira clara. 3. Dar-se conta da existência de; notar. 4. Entender,
compreender (Mini Dicionário Hedra).
Os ambientes externo e interno da loja influenciam a percepção do
cliente em relação à imagem da empresa, além do produto em si exposto para
venda.
PARTE EXTERNA DO PDV
A visibilidade de uma loja melhora quando ela é
evidenciada por meio de cores, letreiros ou pela própria arquitetura, ou seja,
estrutura espacial da loja em relação aos seus vizinhos.
A fachada passa um aspecto ligado à expectativa do
público-alvo, o que pode ser atraente ou decadente. Ela deve ter boa manutenção, estar limpa e
organizada, como os demais aspectos do PDV.
Se a loja tiver calçada, ela deve estar devidamente
apropriada para acesso, por exemplo, de cadeirantes, carrinhos de bebês, idosos
e qualquer outro tipo de cliente em potencial, que precise acessar nessas
condições. As portas devem ser largas o
suficiente para tais acessos.
Provadores, espelhos e até mesmo o banheiro, se
houver, também podem oferecer as mesmas medidas para que todos sintam-se à
vontade no interior da loja.
A mesma preocupação deve haver quanto ao
estacionamento que dá acesso á loja.
As interferências quanto ao ambiente externo podem
ser negativas ou positivas. Eles devem ser observados para que o PDV tire bom
proveito das positivas e se resguarde contra as negativas, na medida do
possível.
Exemplo: condições dos arredores do PDV - alguns
representam “interferências”, como pontos de ônibus, bancas de jornais, postes,
feiras livres, caçambas, presença de ambulantes, e outros. Alguns vizinhos
podem agregar valor ao seu negócio quando eles também capricham no visual da
fachada da loja, mantêm a calçada limpa e passam um aspecto de organização ao
local. Outros, como comércio de cafés ou
revistarias, podem dar um ar de descanso entre as compras, sendo positivo ao
seu PDV.
A iluminação da fachada é um elemento que destaca
ainda mais a loja.
A vitrine e o letreiro devem receber
iluminação especial, especialmente no horário noturno (ruas e shoppings ou
galerias). Quanto aos letreiros, Tamanhos, proporções, formas e cores devem ser
adequados a uma boa visualização para qualquer distância que se olhe para que
fiquem sempre legíveis.
PARTE INTERNA DO PDV
Toda estrutura
da loja pode influenciar a percepção do shopper, o que influenciará
diretamente na sua decisão de compra.
O lado direito
da loja é o preferido pelos clientes – ainda que eles não saibam disso de forma
consciente!
Sendo assim, o
ideal é ocupar o lado direito da loja com os produtos mais atraentes e
interessantes. É para eles que o cliente
olhará primeiro. O lado esquerdo pode ser deixado para caixas, estoque,
produtos de menor importância ou que não sejam de foco principal.
O layout
define os espaços que serão ocupados e deixados livres no interior da loja.
Cada detalhe
deve ter boa manutenção e organização, assim como teto, paredes, piso, sempre
com bom acabamento, limpeza, lâmpadas funcionando, cores que combinam entre si,
ornamentos adequados à decoração do ambiente.
Este conjunto
passa uma boa impressão do estabelecimento junto ao cliente além de
proporcionar um espaço amplo e confortável.
O cliente
precisa de espaço para transitar dentro da loja, mesmo que ela esteja cheia de
outros consumidores. Deixar o espaço livre para ele circular cria uma sensação
de conforto, aspecto positivo para as compras.
Quando a
exposição dos produtos aproveita os seus complementos, cria-se uma sinergia
entre eles, o que favorece a venda de algo a mais. Por exemplo: acessórios.
O estoque
também precisa de um espaço próprio e adequado de forma prática para que os
vendedores possam localizar com precisão aquilo que estão procurando. Isso facilita a rotina de trabalho.
Copa,
sanitários, parte administrativa, o caixa da loja, e mesmo o estoque, são áreas da loja para uso
dos funcionários, mas podem ser vistos e mesmo observados pelos clientes,
portanto também passam uma impressão que deve ser a melhor possível.
Todos devem
estar igualmente organizados, limpos, de acordo com o restante da loja. Alguns
locais podem ter sinalização (placas indicativas) e em alguns casos a copa pode
servir café, água ou chá aos clientes.
Obs: depois da
experiência de compra, o cliente fica muito mais atento a estes aspectos do
PDV.
Tudo na loja
deve ser pensado para o conforto do cliente no momento da experiência de
compra. Isso inclui, por exemplo: provadores e espelhos em tamanhos adequados,
banco e ganchos dentro dos provadores,
deixam o cliente mais a vontade para experimentar roupas, acessórios e
outros itens. Da mesma forma bancos ou cadeiras confortáveis e espelhos
adequados do lado de fora do provador.
O tamanho do
PDV e a necessidade quanto aos produtos a serem expostos, devem ser
considerados em relação à escolha desse recurso para melhor composição do
espaço físico. Valorizam as paredes, aproveitam melhor os espaços sendo uma
solução econômica, conforme sua utilização. O uso deve ser cuidadosamente
elaborado para se evitar, por exemplo, poluição visual. O mesmo para as araras,
cabideiros, balcões, cestas, nichos, ilhas e mesas.
As gôndolas destacam
os produtos quando colocados em locais estratégicos de circulação no PDV. Podem ter cabideiros diferenciados, por
altura, por exemplo, e partes com outras funções, como nichos para
armazenamento das peças expostas nos cabides.
A escolha do
seu posicionamento deve ser estratégico para favorecer a passagem dos clientes,
pois compõem os corredores, por exemplo, e chamar sua atenção aos produtos
nelas expostas.
PARTE II
VITRINISMO
O que é vitrinismo: Conjunto de
técnicas para a montagem de vitrines para que os produtos sejam expostos de
forma interessante e atraente ao público.
No vitrinismo considera-se:
- Localização
geográfica: cidade, bairro, se a loja é de rua ou de avenida,
shopping, galeria;
- Público-alvo:
nível econômico, social, cultural;
- Tipo
de segmento: calçados, roupas, alimentos e outros;
- Produto:
o que será comercializado.
VITRINE:
Responsável por 70% das vendas da loja. Pode-se
considerar a vitrine como um vendedor permanentemente ativo (garante sempre
mais de 50% das vendas, conforme segmento). É o cartão de visitas da loja;
primeiro contato do cliente com o produto; por meio da vitrine se dá
visibilidade ao produto e se estabelece comunicação com o cliente.
Ao olhar, o cliente em potencial deve ser atraído
pela vitrine e pensar algo como: “paro? Sigo? Aprecio? entro”??? A vitrine deve
informar além da existência do produto, mas também acionar o desejo ou a
necessidade do consumidor pelo produto.
Passar uma imagem do estilo e da categoria do
estabelecimento, da marca e do produto. Cenário do produto para o seu
público-alvo.

Vitrine: Cenário de sonho
“A criatividade na organização dos elementos
apresentados cria uma visão subjetiva daquilo que se apresenta, fazendo com que
a encenação produza um efeito de sonho, e o sonho deve continuar após a compra
efetuada pelo consumidor, pois o produto carregará essa áurea por muito tempo”
(Sylvia Demetresco).
O VITRINISTA
É Responsável pelo projeto e pela montagem da
vitrine; Elemento chave na relação Empresa-Produto X Consumidor-Produto.
Responsável por transmitir todos os conceitos e características que uma marca
possui:
ü
História do produto e da marca;
ü
Política de vendas da empresa;
ü
Conhecer a linha de produtos;
ü
Saber quem é o consumidor ideal;
ü
Reconhecer a linguagem do Marketing da empresa.
Quanto a forma
das mensagens que podem transmitir:
v
Vitrine social (evoluções culturais e
comportamentais);
v
Vitrine emotiva (provoca reações que tanto podem
ser positivas como negativas, podem ser provocativas);
v
Vitrine informativa (apresenta informações sobre
o produto).
Quanto a função
de venda do produto:
v
Institucional: ligada mais à marca do que ao
produto em si. Não é para todas as empresas nem deve ser exposta com
frequência;
v
Publicitária: tem apoio de publicidade como
revistas, painéis, displays, banners e outros;
v
Comemorativa: ligada a datas oficiais em
calendários;
v
Oportunidade: utilização de uma temática
evidenciada para compor a vitrine, por exemplo aniversário da loja;
v
Cotidiana: sem apoio de tema ou qualquer
ambientação.
Quanto ao estilo
da estética visual:
v
Vitrine expositiva: semelhante à cotidiana, pois
não utiliza recursos de ambientação. Produto pelo produto.
v
Vitrine visual: opção de decoração com uma
classificação primária em estilos vistos a seguir.
VITRINE
VISUAL
- Cenário:
reprodução fiel de um cenário – exemplo: sala clássica, com lareira e
móveis de época;
- Cenográfica:
remete a um cenário, sem precisão ou fidelidade ao cenário real – exemplo:
Alice no País das Maravilhas, cenário adaptado para lembrar o filme;
- Clean:
poucos itens
- Conceitual:
expõe o conceito do produto tanto no sentido de utilização como de
produção;
- Cinética:
montagem com movimentos mecânicos
- Com
autômatos:
- Viva: utiliza manequins vivos.
VITRINE:
LEITURA DA COMPOSIÇÃO
} A)
Equilíbrio: proporção adequada entre os elementos colocados na vitrine
(assimetria, simetria rígida e simetria variável);
} B)
Vazios e cheios: o vazio destaca do produto e facilita a compreensão. O cheio
dá uma conotação de loja de produtos de baixo custo e pouca qualidade.
Lembre-se do “menos é mais”.
} Vitrine
cheia não é o mesmo que vitrine poluída.
} A
poluição visual vem do excesso de elementos decorativos, da utilização errada
do espaço, da falta de vazio, do excesso de cores.
FONTE:
Adaptado material Palestra Sebrae
Assinar:
Postagens (Atom)






















