terça-feira, 18 de março de 2014

Merchandising e Promoção de vendas



Cursos: Marketing, Publicidade & Propaganda

Disciplina: Trade Marketing – Merchandising, Promoção de Vendas

Data: Março/2014 (Parte I - dia 18/03/2014)

Profª Talita Godoy





Parte I



Definição de Atacadista

A American Marketing Association define Atacadista como “uma unidade de negócio que compra e revende mercadorias para varejistas e outros distribuidores e/ou para consumidores industriais, institucionais, mas que não vendem a consumidores finais”. No Brasil, a definição sofre algumas variações, pois muitos atacadistas dispõem-se a vender também no varejo para consumidores.



O atacadista representa um importante papel na distribuição de bens. Embora, com frequência, se observem tendências de tentar eliminá-lo da estrutura de distribuição, a verdade é que o atacadista é responsável, quase sempre, por uma grande parcela de vendas das indústrias, gerando bons lucros e, talvez, até proporcionando preços mais baixos ao consumidor. As estatísticas no Brasil mostram dois aspectos interessantes: de um lado a diminuição do número de atacadistas e de outro o fortalecimento de alguns. Para analisar os vários lados do atacadista, é preciso analisar os vários tipos de atacadistas e os serviços que desempenham para produtores e consumidores.



Os atacadistas se diferenciam dos varejistas de várias formas. Nenhum deles porém se envolve com a fabricação de mercadorias, e ambos fazem da venda a atividade primária, mas para mercados distintos.



Definição de Varejo

A American Marketing Association, define varejista como “uma unidade de negócio que compra mercadorias de fabricantes, atacadistas e outros distribuidores e vende diretamente a consumidores finais e, eventualmente, a outros consumidores”’.



Desde os primórdios da humanidade os varejistas desempenham papel importante na distribuição de mercadorias. E a necessidade de troca de objetos surgiu a partir do momento em que o homem saiu da caverna em busca de alimentos. O fenômeno da organização empresarial do comercio varejista é, todavia, relativamente atual, e a adoção de técnicas administrativas modernas data de algumas décadas para cá, nos Estados Unidos e na Europa. A partir do século XIX, é que surge, no Brasil, uma acentuada influência europeia nos usos, nos costumes e nos métodos de comercialização. E a partir dos anos 1930 há o aparecimento de métodos de comercialização influenciados por lojas de padrão americano, como as lojas Americanas, Mappin e de padrão Europeu, como Mesbla (empresa francesa fundada em 1912).



O que o varejista é ou pode vir a ser é limitado por sua localização entre fabricantes/atacadistas, de um lado, e consumidores, de outro. Os varejistas são, ao mesmo tempo, fonte de energia de seus fornecedores e o agente de compra para seus clientes. De um lado, eles representam os interesses de fornecedores que veem na sua atividade a maneira mais adequada de escoar suas produções e/ou estoques e, de outro, buscam satisfazer as necessidades dos seus clientes. O equilíbrio entre esses interesses nem sempre conciliáveis e os interesses próprios exige o desempenho de uma função prestadora de serviços para fornecedores e clientes, orientando e sugerindo ao mesmo tempo a fabricação e a compra.

O varejista recolhe informações do mercado e do comportamento de compra e deve informar seu fornecedor, fabricante e/ou atacadista sobre as tendências do mercado, no que se refere aos produtos ou serviços. Ao comprador ele presta serviços de pronta entrega, orientação de compra, instalação, garantia, assistência técnica etc.



Características dinâmicas do varejo

1.  No varejo, quem inicia a compra geralmente é o consumidor, ao contrário da venda de fabricantes ou atacadistas para varejistas, onde a iniciativa é do vendedor dos primeiros.

2.   O varejo tem um sentido de urgência. As pessoas desejam comprar e usar as mercadorias imediatamente.

3.     A venda é efetuada geralmente em pequenas quantidades.

4.     O varejo tem normalmente uma localização fixa, e, por isso, precisa atrair compradores, uma vez que não pode ir até aos compradores, como o fazem os vendedores de fabricantes, de atacadistas e de distribuidores.





Natureza e importância do varejo

O varejo como canal de distribuição desempenha um papel muito importante no marketing. As decisões estratégicas de produto, comunicação e preço dependem, em última instância, do varejo. A mudança de estratégia do varejo alterará ou afetará o composto de marketing  de atacadistas e de fabricantes. Isso se pode constatar pela mudança de direcionamento que pode ocorrer na estratégia do fabricante, no tocante à embalagem, marca, promoção na embalagem, intensidade de propaganda, preço do produto e serviço relativo ao produto. É preciso, portanto, minimizar as distorções de políticas e harmonizar as estratégias de fabricantes e de atacadistas no ponto de venda ao consumidor, ou seja, no varejo.



O pequeno varejista

A grande maioria do comércio varejista no Brasil é constituída por pequenas lojas, com um reduzido negócio, dirigido, geralmente, por apenas um ou dois donos e onde as famílias trabalham. Nesse pequeno comércio encontram-se: bazar, armarinhos, tecidos,  papelaria, tapeçaria, vestuário, farmácia, armazém, venda, artigos diversos, sapateiro, encanador, eletricista, borracheiro, autoelétrico, vidraceiro etc.

No interior do Brasil é frequente ainda encontrar lojas de varejo em geral, onde se vende do pente ao trator. É comum uma mesma loja vender armarinhos, tecidos, vestuário, eletrodomésticos, implementos agrícolas, material de construção, louças, artigos de papelaria, bebidas, cigarros, alimentos em geral e outras coisas mais.  


Lojas de departamentos

Oferecem basicamente três tipos de linhas de produtos: móveis e eletrodomésticos, artigos masculinos femininos e infantis e artigos para a casa em geral. O principal consumidor é a mulher. Hoje, com a grande variedade de artigos, as lojas passam a ter um grande número de funcionários e praticam preços baixos, com a prestação de serviços adicionais. O poder de barganha de uma loja de departamentos é tão grande que muitas vezes ela exige dos fabricantes modelos exclusivos de mercadorias para que ela revenda a sua marca.





Parte II



Propaganda

“Qualquer forma paga de apresentação impessoal e de promoção de ideias, bens ou serviços por um determinado patrocinador identificado” (Kotler, 1998)



As organizações tratam a propaganda de diferentes maneiras. Nas pequenas empresas ela é atribuição de alguém de vendas ou do departamento de marketing, que trabalha com uma agência de publicidade e propaganda. Uma grande empresa possui departamento de propaganda próprio, cujo gerente está subordinado ao diretor ou vice-presidente de marketing. A tarefa do departamento de propaganda é preparar seu orçamento, ajudar a desenvolver a estratégia de propaganda, aprovar anúncios e as campanhas das agências, além de cuidar da propaganda direta, dos displays encaminhados a revendedores e outras formas de propaganda não desenvolvida pelas agências.




Promoção de vendas

Consiste de um conjunto diversificado de ferramentas de incentivo, em sua maioria a curto prazo, que visa estimular a compra mais rápida e/ou em maior volume de produtos/serviços específicos por consumidores ou comerciantes.



Enquanto a propaganda oferece uma razão para a compra, a promoção de vendas oferece um incentivo à compra. A promoção de vendas inclui ferramentas para promoção ao consumidor (brindes, prêmios, amostras grátis, experimentações gratuitas, garantas, demonstrações, concursos); promoção aos intermediários (descontos, condições especiais de compra, concurso e mercadorias gratuitas) e promoção para a força de vendas (convenções de vendas, concursos e propaganda especializada). A maioria das empresa usa uma agência de propaganda externa para ajudá-las a criar campanhas de propaganda e a selecionar e comprar mídia.



Antes de tudo, o profissional de marketing/propaganda deve definir o público-alvo e os motivos dos compradores.



OS CINCO “M” DA PROPAGANDA



·         MISSÃO: Quais são os objetivos da propaganda?

·         MOEDA/DINHEIRO ($): Quanto pode ser gasto?

·         MENSAGEM: Que mensagem deve ser divulgada?

·         MÍDIA: Que veículos devem ser utilizados?

·         MENSURAÇÃO: Como os resultados devem ser avaliados?





Propósito da promoção de vendas

As ferramentas de promoção de vendas variam em termos de objetivos específicos. Uma amostra grátis estimula a experimentação do consumidor, enquanto um serviço gratuito de consultoria gerencial visa favorecer o relacionamento a longo prazo com o varejista. Hoje, muitos gerentes de marketing estimam primeiro o que precisam gastar em promoções aos consumidores. O que sobra é destinado à propaganda.



Principais ferramentas de promoção e venda aos consumidores

·         Amostra grátis

·         Cupons

·         Descontos pós-compra

·         Pacotes de preços promocionais

·         Prêmios

·         Concursos, loterias, jogos

·         Recompensa por preferência

·         Experimentações gratuitas

·         Garantias do produto

·         Promoções vinculadas / cruzadas

·         Displays

·         Demonstrações no PDV





Definição de Merchandising

“O Merchandising compreende um conjunto de operações táticas efetuadas no ponto de venda (PDV), para colocar no mercado o produto certo, no lugar certo, na quantidade certa, no preço certo, no tempo certo, com o impacto visual adequado e na exposição correta”.



Existem algumas razões pelas quais o merchandising se torna importante. Seguem algumas:

·         Há muita compra por impulso para certos bens.

·         Compra-se frequentemente uma série de produtos e serviços nos pontos de venda.

·         Como destacar os produtos entre tantos em exposição no ponto de venda?

·         Como girar rapidamente os estoques dos produtos no ponto de venda?

·         Como oferecer as diversas variedades de cada um dos produtos?

·         Como comunicar, no ponto de venda, as diversas vantagens do produto aos diferentes segmentos do público-alvo? 



Kotler (2002) define merchandising como sendo a atividade que procura acompanhar todo o ciclo de lançamento de um produto, desde sua adequação para os PDVs (imagem, embalagem, compra, preço, volume, materiais promocionais) até o controle de sua performance mercadológica diante dos consumidores.

Blessa (2006) explica que a palavra inglesa merchandise significa “mercadoria”, e merchandiser significa negociante. Por sua vez, a tradução de merchandising seria “mercadização”, nome que em português não corresponde exatamente ao significado da atividade como é conhecida.

Cobra (1994) diz que a tradução mais apropriada para o termo seria “operação de mercadorias”.  E mais, Merchandising é “o conjunto de técnicas responsáveis pela informação e apresentação destacada dos produtos na loja, de maneira tal que acelere sua rotatividade” (p.75).

Em relação ao termo, Pinho (2001) complementa que o mesmo é derivado do inglês merchandise (mercadoria) a palavra merchandising pode se traduzida literalmente como “operar uma mercadoria”. Nesse sentido, o merchandising é uma atividade mercadológica destinada a conduzir os bens pelos canais de distribuição e que, por suas ações, destaca e valoriza a presença do produto nos estabelecimentos de varejo.

Constata-se que o merchandising, enquanto estratégia ou ferramenta da comunicação, principalmente no Brasil, é empregado de forma ambígua, o que dificulta sua utilização enquanto um conceito especifico. Sampaio (1999) apresenta duas definições, que seriam:

- Merchandising é compreendido como o conjunto de esforços de comunicação realizados no ponto de venda de produtos ou em locais de uso de serviços, diretamente entre os consumidores. As ações de merchandising podem acontecer em conjunto com campanhas de promoção, promoção de vendas ou propaganda. Como peça de comunicação básica, o merchandising utiliza qualquer tipo de material impresso (cartazes, displays, folhetos, bandeirolas, faixas de gôndola, dentre outras), de madeira, plástico ou metal, contendo desenhos, frases ou fotografias.







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PARA REFLETIR



NÃO SEI QUEM VOCÊ É.

NÃOCONHEÇO A SUA EMPRESA.

NÃO CONHEÇO O PRODUTO DE SUA EMPRESA.

NÃO SEI O QUE SUA EMPRESA REPRESENTA.

NÃO CONHEÇO O HISTÓRICO DE SUA EMPRESA.

NÃO CONHEÇO A REPUTAÇÃO DE SUA EMPRESA.



AGORA...O QUE VOCÊ ESTAVA QUERENDO VENDER-ME???





                                                                                              (McGRAW-HILL PUBLICATIONS)





    

BONS ESTUDOS!!!







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Referências

COBRA, 1985

KOTLER, 1998

segunda-feira, 3 de março de 2014

Pausa para aula temática de Carnaval

Publicidade e Propaganda 
Período da Manhã - 5º Semestre

Essa galera é show...!!!!!!!!!!!






Pensando: Ah, essa vida dura de professora...
Cada sacrifício que a gente faz pelos alunos...rsrsrs!!!


VALEU PELA PARTICIPAÇÃO, FOI UM DIA BEM DIVERTIDO E PRODUTIVO!!!

ATÉ A PRÓXIMA AULA TEMÁTICA (todo mundo de coelhinho, rs!).








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domingo, 23 de fevereiro de 2014

Tópicos de marketing e comunicação com o público-alvo



Tema da aula: Tópicos de marketing e comunicação com o público-alvo
Turmas: Marketing; Publicidade e Propaganda
Data: Fevereiro/2014



Mix de Marketing / Composto de Marketing
(Kotler e Keller, 2006) Combinação estratégica de uma oferta (produto ou serviço), em um determinado market place (praça), precificada de acordo com o valor percebido pelo mercado (preço) e divulgada pelo próprio meio ou pelo ambiente físico (promoção).

Quatros Ps:
Produto;
Praça;
Preço;
Promoção.

A comunicação com o público envolve:
O que dizer;
Como dizer;
Quando dizer;
Para quem dizer.

Definição de comunicação
Do latim, comunicare, comunicação significa compartilhar, tornar comum;
Comunicação: palavra composta por comum (indica algo que pode pertencer a todos) e ação (agir, atuar).

A ideia básica do termo comunicação se refere à transmissão ou encaminhamento de informações em determinado grupo, entre seus participantes. Processo social que permite o relacionamento e a interação de membros de um mesmo grupo.

O filósofo grego Aristóteles (384-322 a.C.), defendia a ideia de que o principal objetivo da comunicação é o de persuadir, ou seja, a tentativa daquele que comunica (o emissor) de convencer a audiência (os receptores), trazendo-os para o seu ponto de vista.
Influência = necessidade básica da persuasão. 

ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO
Emissor: quem transmite determinada informação; cabe a ele selecionar os meios e os melhores recursos para se comunicar (ser entendido pelo receptor);
Receptor: quem recebe a mensagem enviada pelo emissor; público-alvo do emissor;
Mensagem: informação enviada pelo emissor ao receptor;
Contexto: momento ou situação em que a comunicação se processa; referencial situacional comum ao emissor e ao receptor;

Canal: meio pelo qual a mensagem é transmitida do emissor ao receptor, efetivando sua circulação. Suporte necessário para que a mensagem transite;
Código: conjunto de signos utilizado para efetivar a transmissão das mensagens. Podem ser idiomas, Libras, mímica, dança. É o código que deve ser compreendido pelo receptor e portanto, deve ser do conhecimento de quem recebe a mensagem. 


                 
 


 
Elementos básicos da comunicação



RUÍDO
Qualquer elemento que possa prejudicar a compreensão da mensagem:
- Vocabulário; linguagem desconhecida pelo receptor;
- Assuntos ou símbolos desconhecidos pelo receptor;
- Barulhos e sons que o impeçam de ouvir bem;
- Desconforto físico ou ambiental (Ex: calor ou frio)
- Excesso de imagens ou apelos visuais que tirem o foco de atenção do receptor;
EX: filme estrangeiro sem legenda ou com “chiados” na tela, conversas paralelas no cinema.

FEEDBACK
Entendimento da mensagem por parte do receptor (C.E. Shannon e W. Weaver, 1949).
Processo de decodificação do código emitido pelo emissor. Para isso o emissor deve ter compreensão do universo do receptor, se antever das possíveis dificuldades que o receptor possa ter.
O emissor deve se preocupar não apenas em fazer com que a mensagem chegue ao receptor, mas certificar-se de que ele a compreendeu.


CAPTAÇÃO DA MENSAGEM

Atenção seletiva: o indivíduo capta melhor as mensagens mais claras. As pessoas recebem inúmeras mensagens por dia, as mais claras, com mais frases de efeito e recursos visuais serão mais facilmente captadas;

Distorção seletiva: a pessoa tende a captar com mais facilidade as mensagens que são de acordo com suas crenças, opiniões, valores, ou seja, gostam mais daquelas com que mais concordam. Ele se envolve com aquele ponto em específico e pode não perceber outros pontos. A mensagem deve reforçar os pontos importantes para que todo o conjunto seja compreendido.

Retenção seletiva: as pessoas retêm por mais tempo uma pequena parte das mensagens. Se o receptor estiver positivo à mensagem e receber argumentos de apoio, é possível que a mensagem fique retida por mais tempo. Porém, se estiver negativo, e houver contra argumentos não rebatidos, irá rejeitar a mensagem, apesar de retê-la.

INTERFERÊNCIAS
Tanto o nível de instrução, como o de inteligência interferem fortemente na recepção da mensagem por parte do receptor. Assim, à medida que o receptor é mais educado, maior será o esforço impresso na persuasão por parte do emissor. 

Atenção: capacidade de concentração; nos possibilita reparar em algo, notar um objeto entre vários;
Inibição: capacidade de isolar algo que está ao redor;
Interesse: aumento de atenção sobre algo;
Memória: lembrança de fatos; reconhecê-los e relacioná-los com experiências passadas;
Percepção: registro de um objeto ou ideia em nossa consciência. Tecemos impressões sobre fatos, coisas e pessoas em função de registros anteriores;
Imaginação: aptidão de reviver na consciência objetos ausentes em determinado momento. Dessa forma, a imagem retida em nossa mente volta e o “enxergamos” novamente;
Emoção:  resultante de uma modificação súbita ocorrida no meio que nos cerca; trata-se de uma oscilação em nível mental e que é sempre causada pela presença de um fenômeno representativo em nossa consciência;
Vontade/ato voluntário: potencial para atingir segundo nossas próprias preferências; 
Conduta: forma de agir, que tem a ver com o nosso jeito de ser;
Necessidades biológicas: fatores dinâmicos e naturais que dão a origem (causa) da conduta;
Desejo: expressão consciente da necessidade.

INFLUÊNCIAS

Associação de ideias: união de ideias, fatos e lembranças;
Motivação: predisposição para agir de determinada maneira.
Sugestão: ideia ou plano de ação que o indivíduo aceita incondicionalmente. Umas pessoas são mais sugestionáveis do que outras.

Meios de atuação da sugestão:
Repetição: de tantas vezes ouvido, o conceito passa a ser aceito;
Convicção: confiança de quem fala. Texto e interpretação devem trabalhar a favor;
Atmosfera: o ambiente que circunda o produto é um veículo sutil;
Imitação:  a moda é a expressão máxima da imitação; O homem emula o comportamento dos demais;
Empatia: capacidade de identificação com o que o outro sente; sentir o que se passa no íntimo; aspecto coletivo da sugestão-imitação.

ELABORAÇÃO DE MENSAGENS
- Usar linguagem apropriada e acessível à sua audiência;
- Escolher canais (veículos de comunicação) de fácil acesso ao seu público;
- Estabelecer de boa relação entre você  (sua empresa) e seu público emissor e receptor;
- Usar linguagem apropriada e acessível à sua audiência;
- Escolher canais (veículos de comunicação) de fácil acesso ao seu público;
- Estabelecer de boa relação entre você  (sua empresa) e seu público emissor e receptor;

RELACIONAMENTO COM O PÚBLICO
- As empresas precisam assumir o papel de comunicadoras com frequência;
- Comunicar-se com os atuais e potenciais clientes e, ainda, com o público em geral;
- Saber o que dizer, como dizer e quando dizer algo para seu público;
- Construir e manter uma imagem positiva da marca de seus produtos e serviços;
- Manter diálogo interativo com os clientes durante todos os estágios da venda, consumo e     pós-consumo, para que o ciclo se reinicie, consolidando o relacionamento.

OBJETIVOS DO RELACIONAMENTO COM O PÚBLICO
- Efetuar mais que uma venda, buscando a continuidade do relacionamento e do consumo, repetição da compra;
- Cliente deve ser lembrado nas etapas seguintes após a venda; seu esquecimento pode representar perda para o concorrente;
- O esforço durante a pré-venda significa a conquista da atenção do cliente para o produto ou serviço. Esta atenção deve ser mantida durante o consumo (pontos de contato como site, SAC, e-mail etc).


MODELO “AINDA” DE COMUNICAÇÃO
A – ATENÇÃO
I – INTERESSE
D – DESEJO
A – AÇÃO


(A) Atenção: o processo de comunicação deve atrair a atenção para a mensagem, ela deve mencionar claramente a possibilidade de atendimento da necessidade ou desejo do consumidor;
(I) Interesse: foco em manter o interesse dos consumidores. Ressaltar os benefícios e diferenciais da oferta;
(D) Desejo: os dois primeiros passos despertam o desejo de compra. A mensagem deverá traduzir-se na mente do consumidor como possibilidade de atendimento de sua necessidade ou desejo;
(A) Ação: Ao concluir que suas necessidades e desejos serão atendidos, o consumidor vai transformá-los em realidade, saindo em busca da oferta.


PONTOS DE OBSERVAÇÃO

Definir o que deve ser dito: definição do conteúdo, respeitando as características detectadas no público-alvo;
Cuidar da elaboração da mensagem de forma lógica: estruturar a sequência da mensagem de forma que ela faça sentido;
Definir formas de transmitir a mensagem de maneira simbólica: formato da mensagem, observar os símbolos e a linguagem utilizados;
Definir quem dará voz à mensagem: diz respeito à fonte da mensagem (pessoas, personagens), credibilidade da fonte.

CONTEÚDO DAS MENSAGENS

Racional: argumentos relativos à qualidade, valor, desempenho etc; relacionam-se aos interesses do consumidor, como benefícios e diferenciais do produto/serviço;
Emocional: situações que envolvem desejo, repúdio ou culpa, apelos que podem despertar emoções positivas ou negativas. Usados, por exemplo no dia das mães;
Moral: são abordadas questões que envolvem atitudes, senso comum do que é certo ou errado. Frequentes em causas sociais, ex: antitabagismo ou direção segura.

CARACTERÍSTICAS DE UMA FONTE CONFIÁVEL

- Credibilidade;
- Simpatia;
- Conhecimento sobre o produto/serviço.


POR HOJE É SÓ...

BONS ESTUDOS!!!


FONTE
PHILIP KOTLER. Administração de Marketing, 1998.





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